Em caso de dúvida, aposte no humor

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Conteúdo de alívio cômico, piadinha, imagens adaptadas de piadas, comentários e reações se tornaram a base de muitos posts de sucesso na internet. Não é algo novo que, na cultura brasileira, uma piada sempre é mais relevante e engajante que um post sobre qualquer outra coisa.

O humor é uma saída rápida para entreter o público e atrair sua atenção para algum tema, seja sobre um produto ou um acontecimento. Quantas vezes você já não viu portais falando coisas como “Transmissão de alguma coisa teve repercussão na internet e gerou memes”? O brasileiro ri dele mesmo e não é a toa que a frase “o brasileiro precisa ser estudado” é tão real e tão falada ultimamente.

Esse sim é um caminho fácil para o sucesso de uma página. As pessoas se identificam facilmente com humor, elas riem por se identificação ou por lembrar de alguém que possa ser identificado, ou seja, você tem grandes chances de gerar um engajamento alto por simples marcações.

Ao mesmo tempo que isso é bom, tem suas desvantagens, porque é perdida uma oportunidade de criar conteúdo relevante, que agregue valor tanto as pessoas quanto as marcas. Muitas páginas acabam perdendo um grande alcance por ficar “a sombra” de páginas com conteúdos voltados para o humor.

Uma página de marca não sobrevive vivendo de conteúdo engraçadinho ou de memes, apesar de parecer possível,  ela precisa mostrar mais que isso. Precisa mostrar seu know how e transformar seu público para que ele crie interesse em se manter com as atualizações, afinal, com o Facebook priorizando fotos de amigos e família, a interação do usuário com uma marca deve passar a ser muito maior.

Faça um teste, olhe quantas páginas de marca você curte e quantas você realmente vê o conteúdo. Agora, compare com as páginas que compartilham conteúdo mais leves, conteúdo humorístico. A diferença é grande, mas para isso, basta a marca entender como ela pode impactar de maneira positiva seus consumidores e criar seu impacto através de todas suas mídias sociais.

 

Postado em 2 de dezembro de 2016 em Artigos MW

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